Fckedupp

E assim segue a saga idiota.

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Archive for November, 2007

Teorias

Posted by Mindamorphoser on Wednesday, November 28, 2007

Pets are a great way to meet chicks.

Hum hum… e pois que sim! Ah, pois que é!

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Tagus – WTF?!

Posted by Mindamorphoser on Tuesday, November 27, 2007

O que me traz hoje por cá é tão somente a nova campanha da Tagus. É uma cerveja ranhosa, para aqueles milhões que nunca dela sequer ouviram falar. E portanto a Tagus, como marca conhecidíssima que é, decidiu dar um passo à frente (à beira do precipício) com a meta de obter “ainda mais” reconhecimento por parte do público consumidor deste tipo de bebida.

E, de uma assentada, a “caprichosa” equipa de marketing e comunicação (agência Lowe) conseguiu, de facto, agitar as águas de vários segmentos. Se o objectivo era só este, ah, então tudo bem. Parabéns! Não tem qualquer valor acrescentado para a marca, a não ser um buzz fugaz, mas sempre mostram trabalho.

Ainda assim, estou em crer que o objectivo não era tão somente o ser falado. Os tempos em que o “falem bem ou falem mal, mas falem” traziam consequências positivas a uma marca, já lá vão. Se é que existiram. Principalmente, num mercado tão competitivo e oligopolizado pela Sagres e Super Bock. E mantendo as frases feitas (sou muito dada à coisa), “apanham-se mais moscas com mel”, o que, transpondo a metaforicidade da afirmação, quer dizer: se querem chegar a algum lado, o melhor será agradar ao público. Digo eu.

O conceito de campanhas deste tipo poderia até ter tido sucesso há uns tempos atrás, na era dos machões latinos, orgulhosos de sua proeminente e farta penugem, cujos desportos preferidos eram: a coçagem da zona pélvica/púbica, a criação e lançamento de gosma e o piropo a tudo o cumpria os requisitos de ter duas pernas e alguma saliência na zona acima da cintura. No entanto, na minha terra, os tempos são outros: ora temos paradas gay, ora temos orgulho gay, ora temos hetero-metrosexuais, ora temos, fundamentalmente, uma nova geração muito mais consciente e muito mais “i don’t give a fuck”, relativamente às diferenças que nos distinguem, sexualmente falando.

E, no fundo, tenho pra mim, que faltou esta parte do raciocínio à brilhante equipa de marketing. Quem me diga que isto é uma boa campanha, não deve ter percebido que o mercado evolui, não regride.

E após esta campanha, eu, se fosse hetero, revoltava-me, pois digo-vos “hetero que é hetero bebe Tagus”, é das coisas mais abixanadas que tenho ouvido.

Aqui ficam os respectivos mupis da polémica:

mupistagusmh.jpg

Ui ui, de facto os moçinhos da esquerda são upa upa de masculinos. Principalmente, o rapazito de cinto de marca e botim de pele de javali, que parece que está dizendo em sotaque: naum djiz mais bobagem, naum, amigona… valeu? … E o mulatinho? Naquela pose, dá-me a entender que ele está mais a empurrar a moça do que a impedir que ela caia. Já o beto tem mesmo o ar de quem ainda não perdeu a virgindade e já está por tudo o que venha. O loiro não é loiro por acaso e o lá de trás é o único que me parece mais ou menos masculino. Ora, vendo bem: masculino = recambiado lá para trás; fofuxos = tudo cá para a frente com poses suspeitas. Tem lógica. Tanta quanto o conceito em si.

Do lado das meninas, aquilo parece-me um rol de todo o tipo de gajedo com quem eu, a ser hetero, não gostaria de ser comparada. Ele é tias, betinhas e ali uma autêntica bardajona que é aquela que está quase com a mão no dito cujo (e só não está mesmo porque uma já lá meteu a cabeça) do “rapaz que deve ser um gay de primeira, mas ela quer é ter acção hoje e como tal não olha a meios” e olhando-o com aquele olhar lascivo de quem pensa “o próximo beco escuro é nosso”.

Só falta dizer: tu és hetero, bebes Tagus e pareces-te com alguém das imagens? Se és um dos 3 que respondeu sim, então regista-te aqui e assume a tua estranha espécie de ser ao Mundo!

Enfim, são estes exemplos de trabalhos que me dão esperanças de que eu, possa fazer muito melhor figura do que eles.

E o contra ataque já existe, aqui está ele e eu apoio!

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Siga dar uma… de cultura teatral. Apetece-me!

Posted by Mindamorphoser on Monday, November 26, 2007

Ontem detive-me a procurar significados de certas e determinadas palavras. Ontem deu-me para isso… curioso. É que não tem mesmo nada a ver com nada. E vai na volta….. Bem, mas podem-me agradecer depois pela lição de hoje. Não digam que eu não ensino nada.

A primeira palavra que me ocorreu foi Encenação. Assim, do nada. Fascino-me comigo, eu.

Fiquem portanto sabendo que Encenação é: a preparação do cenário para uma representação teatral; dispôr as coisas com o fim de iludir.

Olha… e não é que comecei mesmo com a palavra certa? É do catano. Pena que tenham deixado umas brechas, anh? Pois, nunca devem ter ouvido aquela do “não se pode enganar toda a gente o tempo todo”. Vá, mas como eu sou amiga, deixo o conselho: próxima vez, das duas, uma – ou sejam mais inteligentes ou arranjem gente ignorante para enganar. Este foi de borla. 🙂

Palavra seguinte: Teatro.

Teatro: lugar ou casa onde se representam comédias, FARSAS, revistas, etc; ILUSÃO, FINGIMENTO, HIPOCRISIA; Lugar onde se vai para ver (e não é que chegámos mais cedo e tudo para apanhar a sessão de início, com lugar no camarote? E conseguimos!); Lugar onde acontece o drama (para mim, foi mais a comédia, confesso… é giro ver gente actuar pensando que nós não conhecemos o guião) frente à audiência.

E sem demoras… 

Actriz (neste caso, actrizes): quem representa no teatro; COMEDIANTE (upa upa disso); Enganadora (ok, neste já se percebeu que falharam… serve o consolo de: não se pode ser bom a tudo? Ainda assim, dou-vos o crédito: se nós não fossemos espertas, diriamos mesmo que vocês não se tinham visto antes… só vos faltou um bocadinho assim |_|! Uma nesguinha, sabem?)

Ah, tenho outra boa: Omissão.

Diz que omissão é deixar de dizer ou fazer alguma coisa; Não mencionar; Passar em silêncio (Escafedeu-se-vos da memória assim num lusco-fusco, não foi? Detesto quando me acontece!)

Querem outra? Ok ok: Mentira. Não, não é a mesma coisa que omissão. Se acabaram de pensar isso, então sois uns mentirosos omissores do crl.

Mentira é então afirmação contrária à verdade com a intenção de enganar (soa-me a um tal discurso que me atravessou os ouvidos recentemente, não sei porquê); FALSIDADE; peta (txi… e eu que pensava que isto era calão, já aprendi mesmo qualquer coisa); EMBUSTE (parece-me muito bem esta… já que não há “tentar enganar os outros, metendo os amigos ao barulho e fazendo-os mentir para encobrir as merdas que andamos a fazer”).

Lembrei-me agora dos Óscares, mas para isso teria de ser filme, ou seja, algo irreal, além de que teria de ter actores de qualidade. Tais condições não se verificaram. Adiante.

Ah! E “peço desculpa” (ya) por não me ter despedido do elenco, mas só se costuma ir congratular no fim os actores quando a peça foi boa… E eu cá gosto de manter a tradição. Manias.

Enfim, perdi eu a actuação de O’queStrada para assistir (sem grande surpresa e com grande entusiasmo) à concretização da trama: “Tudo o que queriam saber sobre os dramas amorosos de gente ignóbil” (ide ver esta ao dicionário vocês, que tinham mais era de a saber). E valeu a pena, diverti-me bastante.

E no fim das contas, questiono-me quem foram os trouxas, afinal. 🙂

Ps.: ai “CS”, “CS” – lá por alguém se fazer de burra, não quer dizer que seja… também sabe é ser actriz, mas das que levam jeito.

Fofo!

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Há coisas que não me entram na cabeça…

Posted by Mindamorphoser on Wednesday, November 21, 2007

Estava eu nas pesquisas constantes pelos sites de emprego quando me deparo com o seguinte anúncio:

“Procuro actores e actrizes para realização de fotos e filme erótico. Com ou sem experiência. 2500 euros por dois dias para homens. 4000 euros para mulheres.”

Eis o que não me entra na cabeça: uma mulher que trabalha pelo salário mínimo mensal (~400€), fazendo normalmente o trabalho “que mais ninguém quer fazer”, trabalhando 8 horas por dia (quando não são mais), conseguirá, EM 10 MESES!, o mesmo rendimento que uma mulher consegue em 2 DIAS, se simplesmente posar para uma câmara e mostrar os seus dotes naturais (?!).

Já que estamos nisto, também me cria um certo conflito interior perceber que só neste tipo de profissões as mulheres são monetariamente valorizadas comparativamente aos homens…

Serei só eu a padecer aqui de um sentimento (ou será emoção? :P) de injustiça e desigualdade?

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Oh David… sinceramente, pá!

Posted by Mindamorphoser on Sunday, November 18, 2007

Uma pessoa manda uns elogios ao ar em relação a alguém e esse alguém logo a seguir faz merd… nhanha, vá. E isto pode bem ser constituído como Lei da Natureza. E aqui está o típico caso.

Estava eu a vaguear pela net quando dou conta do novo vídeo/single do último albúm, Dreams In Colour, de David Fonseca. Fui cuscar e… bom, era só o que me faltava… acha-se um moço de jeito e ele abixana-se-me! Lol.

David Fonseca_Rocket Man (cover de Elton John)

Eu gosto da versão do tema e o conceito até está engraçado, “cantar em backwards” e tal, mas… fonix, David…

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Há imenso tempo que não escrevia…

Posted by Mindamorphoser on Wednesday, November 14, 2007

E se eu te dissesse que pareces feita de palavras?

Como eu gostava de ser feita de palavras. Já viste o que elas representam? São elas que transformam um inspirar num momento extremo de inalação de prazer ou de dor. São elas capazes de nos fazer atingir o topo das montanhas de emoções e deslizar sobre os vales de sentimentos. São elas que nos revolvem e fazem sentir que existe vida em nós.

Ainda assim fazes de ti boca fechada. Não entendes que não precisas da escuridão para te expandires de dentro? Escondes-te atrás da cara voltada, pintada a sorriso, mesmo sabendo que todos te viram o olhar de cascata.

E é assim que és quase metade de uma certeza minha, daquelas que começam e acabam sem darmos conta.

E assim parecemos umas almas perdidas à espera da viragem do tempo, do mudar do vento. Talvez um novo amanhecer nos traga mais viagem e nada no caminho.

Escuta. Ouves o som? Diria que é nuvem que se aproxima de mansinho, mas que não vejo no céu. Que chatice, vou ficar sem saber se é das que trazem chuva ou algodão. O algodão, daquele que é doce e me faz recordar a feira popular. Esse sim, leva-me atrás aos tempos em que riamos de tudo e nada, simplesmente pela simplicidade que era sorrir. Lembras da Casa do Terror? Agarraste-te a mim de medo, de forma tão forte que quem gritou fui eu. Ainda estou marcada dessa vez, mas esta é marca que se nota de rasgada na pele.

Já te disse que pareces feita de palavras?

Ah e eu sei tão bem quais. São daquelas que se complementam e se alinham em formatura numa sequência perfeita, plena de significado e intenção. Lembras dessas? Eu faço por lembrar, de tempos a tempos, pois tenho receio que, se não lhes limpar o pó, elas se esvaiam do meu pensamento como cinzas sopradas ao ar. Percebes-me, não percebes? Diz-me que sim. Não porque precise de me assegurar que não estou louca, mas porque antes eu nem tinha de falar para me compreenderes. Nunca tinha de falar, pois desde sempre és tu quem parece feita de palavras…

A.M.

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Triologia Saw – Jogos Mortais

Posted by Mindamorphoser on Wednesday, November 7, 2007

Epá, filmes de terror é comigo. Gosto, gosto muito. E já tinha ouvido inúmeras referências a esta triologia, até que há dias me decidi a arranjar os filmes. Em três noites dei conta do recado, salvo seja. Não, não é terror no seu mais puro estado, é muito mais grotesco que isso…

A premissa geral da triologia consta de um macabro assassino em série que, na verdade, não mata directamente as suas vítimas, mas obriga-as a matarem-se a si mesmas através de jogos mortais e perfeitamente hediondos.

Saw I (2004) – 8/10

sawi.jpg

Os seus dois peões são aprisionados numa casa de banho fétida, atados a canos, longe um do outro e com um cadáver no chão, resultado de um desesperado suicídio. No meio de um jogo mortal do autor Jigsaw, os dois terão então de juntar as peças que o mesmo lhes vai dando, por forma a conseguirem escapar com vida…

Embora os três Saw tenham “marca americana”, vi o Saw I em françês. O delírio. Embora haja qualquer coisa em “Bonjour Amanda… Je veux faire un jeu.” que digamos, não está com nada, o filme é mesmo bom. Ok ok, algumas cenas de perseguição é mesmo à “polícia banana” e eu nunca ouvi uma chamada de telemóvel desligar e ouvir-se biiiiip depois, mas tirando isso, a ideia do filme é brutal. Não estava nada à espera daquele final… acho que ninguém estava.

Apesar de pecar por algumas representações menos conseguidas, o argumento é de uma tal capacidade de demência atroz, com um enredo perfeitamente encadeado nas voltas e reviravoltas que a estória dá, que todo o conjunto acaba por resultar em algo brilhante. Ah… e um upa upa para a tattoo da Amanda! 😀

Deixo aqui o trailer para aguçar o apetite a quem ainda não conhece:

Saw I – Trailer Oficial

Saw II (2005) – 9/10

sawii.jpg

Uma casa. Sete peões. Cada um deles é objecto de desafios personalizados, mas para sobreviverem terão de descobrir o que todos têm em comum. Terão duas horas até que o gás mortal que estão a respirar os mate. Existe suficiente quantidade de antídoto escondida pela casa…

Este é o meu preferido, so far. Consegui vê-lo em inglês, o que foi um bónus. Uma sequela que traz muito mais acção do que o primeiro filme e jogos mortais mais “excêntricos”. “Até eu, dei por mim” com espasmos em algumas partes do filme. Tenho um novo respeito a seringas…

Como ponto fraco seguem de novo algumas representações e acrescento ainda uma das pistas, demasiado simples de entender, mas que no filme demora e demora, o que causa uma certa frustração. O melhor é sempre a inteligência do argumento e o final e este é outro de cair o queixo. Neste segundo filme, temos já o prazer de uma bela densidade interpretativa do mentor diabólico e já debilitado, Jigsaw.

Saw II – Trailer Oficial

Saw III (2006) – 8/10

sawiii.jpg

Jigsaw está às portas da morte. É raptada uma médica para o manter vivo até que o seu peão Jeff termine o jogo. Movido pela sede de vingança pela morte do seu filho num atropelamento, Jeff verá ser levada ao limite a sua capacidade de perdão. Tudo isto contra um relógio que é o batimento cardíaco de Jigsaw…

Este foi visto em italiano, fiquei uma poliglota na coisa. “Ciao, Jeff… Voglio fare un gioco con te” é frase que não me sai da cabeça, lol. Com uma interpretação deliciosa do protagonista Jigsaw, é um filme que traz mais do mesmo e esse mesmo é mesmo bom. De novo, somos levados a um ambiente de um macabro mais psicológico do que físico e aos twists and turns que os três filmes apresentaram. Confesso que, há conta de uma frase, conseguiram que eu abandonasse a minha tese de final e que, afinal, estava certa.

Saw III – Trailer Oficial

Esta triologia é do melhor. Inteligentíssima e de perfeita lógica, tal como eu gosto. Aconselho a todos aqueles que têm um estômago forte para aguentar.

Saw IV (2007)

 sawiv.jpg

Para minha felicidade e vossa, fiquem sabendo que Saw IV já estreou nos EUA e tem estreia prevista em Portugal a 20 de Dezembro. Estaremos lá (I., S., M.M., N. e mais os que se nos juntarem)! Yay!

Aqui fica o trailer:

Saw IV – Trailer Oficial

Ps.: eu adoro o boneco. Adoro, adoro!

saw1.jpg

E não dá para esquecer a banda sonora. A música principal é um vício. Ora tomem lá!

Para quem quiser saber mais:

Site Oficial da Triologia Saw (está muito catita… “You might be in the the room you die in.” – sweeeeet)

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