Fckedupp

E assim segue a saga idiota.

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Archive for the ‘(I)Mundices’ Category

Paranormal

Posted by Mindamorphoser on Thursday, February 21, 2008

No passado dia 7, fui ao teatro. Já não o fazia há algum tempo, confesso. Com pena minha.
Fui ao Teatro Mundial (eu e C., Kk. e M. e R. e O.), ver a peça Paranormal. Podia escrever um texto imenso sobre ela, mas não, vou fazê-lo telegraficamente…

Texto original: Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa
1 actor em palco
15 personagens interpretadas
Actor: Joaquim Monchique

Depois desta apresentação, alguém pode julgar que saia daqui menos do que “uma grande coisa”?
Se eu já era fascinada pelo Monchique, agora ainda sou mais. Fantástico. Brilhante.
2h sozinho num palco minusculo a desvendar personagens atrás de personagens. Sem pausas.
É Monchique no seu melhor. Imperdível mesmo. E olhem que ele há-de andar por aí, não digam que não vos avisei.

paranormal.jpg

Convenci-vos? Sim? Óptimo, depois digam de vossa justiça.
Convenci-vos? Não? Bem, vocês é que perdem, de qualquer forma.

Para terem uma noção da estória da peça:
Agenda Cultural – Evento: Paranormal

E viva Mem Martins! Pois é… pois é… pois é…… pois é. Lol

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Google-Zero, um clique mais ecológico

Posted by Mindamorphoser on Tuesday, January 22, 2008

O Google-Zero é um motor de pesquisa ecológico em Português que ajuda a poupar a energia. Usando a tecnologia de pesquisa de Google™ (embora sem nenhuma associação directa com a marca), os resultados são apresentados com a mesma eficácia e rapidez com a que a marca norte-americana é reconhecida em todas partes do mundo.
O conceito do Google-Zero baseia-se na poupança de energia mediante a apresentação de resultados num fundo escuro e com letras não totalmente brancas, para que os monitores dos computadores, telemóveis e outros artefactos de navegação online poupem o máximo possível de energia, tendo uma maior autonomia e é claro, ajudando ao meio ambiente.
Ajude-nos a preservar o meio ambiente. Faça do Google-Zero a sua página de inicio e junte-se aos milhões de usuários que em todo o mundo estão a colaborar para uma maior poupança de energia informática. Por um mundo com ZERO emissões de CO2!

Na prática:

Redução do consumo energético por utilizador/dia: 7 watts
Redução de CO2 por ano – 3.900.000 kWh ou 1.950.000 toneladas
Redução em termos monetários: 390.000 €

Não custa nada. Pode mudar tudo.

http://www.google-zero.com ou http://www.eco-find.com

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Feliz Zagmuk a todos

Posted by Mindamorphoser on Saturday, December 22, 2007

Mais tarde contarei a estória do Zagmuk e do Natal, que agora encontro-me sem tempo.
No entanto, não queria deixar de participar desta época natalícia… ai enganei-me, época consumista natalícia, assim é que é. Como tal, e para destoar um pouco do comum, aqui vos entrego um texto que transmite o tipo de sentimentos que realmente deveriam importar. Reflitam.

Carta Ao Pai Natal

Senhor Pai Natal, eu sei que és um anjo de Deus nosso senhor
e como mensageiro do céu, como diz
o meu amigo que mora na torre em frente
à minha barraca da favela onde vivo
quero pedir-te que transmitas lá no céu
como vou passar o Natal com a minha mãe.

Tenho dez anos e nunca tive um brinquedo
a não ser daqueles que nós fazemos com
arame, carros com rodas e tudo e volante.
Desde que cheguei de Cabo Verde que moro aqui
nesta casa de madeira sem luz, sem água
e só a lua acende as ruas estreitas, tão estreitas
que chego a bater nas casas com os cotovelos.

Nunca fui à escola e não sei ler nem escrever
por isso, pedi ao meu amigo menino para fazer
uma carta. É tão estranho a caneta dele desliza
sinais no papel das coisas que eu digo que é
difícil acreditar que as minhas palavras ali estão.

Às vezes espreito pela grade da escola que fica
ali perto e vou ver os meninos no recreio a brincar
quando a minha mãe diz para ir comprar pão
no senhor Inácio porque o dinheiro eu conheço
dez vinte cinquenta, as moedas e as notas.

Senhor Pai Natal, eu só queria… Olha, já disse
que não quero brinquedos, não me importo
mas diz a Deus para dar um homem à minha mãe.
Ela queixa-se muito, passa a vida a dizer que
a casa precisa é de um homem, principalmente
quando o meu irmão de dezoito se pica nos braços
e fica para ali parece um morto, mas quando acorda
começa a partir as coisas que restam por isso
é que nós não temos prateleiras para pôr as panelas
fica tudo no chão a monte. Há dias, deitou abaixo
a porta da casa e dormimos toda a noite com os cães
da rua a entrar e a sair. Eu quase não dormi porque tive
de enxotar os cães que iam lamber as pernas
ao meu irmão e à minha mãe. Foi engraçado.

Ah, sabes, neste bairro que não é bairro
não vem a camioneta buscar o lixo
o carro que vem é a carroça dos cães para os levar
não fazem mal a ninguém mas eles dizem que são vadios
os cães têm dono mas eles não querem saber
e dizem que são nossos amigos os cães.

Vem também um senhor padre dizer
para irmos à missa rezar e obedecer a Deus,
mas a minha mãe e eu não temos tempo, é preciso
ir buscar água a uma torneira que uma senhora pôs
no quintal para a gente. É quando
vou à água que eu vou brincar para a lixeira
e às vezes trago uma lanterna velha, um secador
que trabalha mas a minha mãe não precisa dele
porque tem o cabelo curto e é carapinha.

Ainda há outra coisa que eu queria pedir-te:
diz a ele, ao Deus e se ele se lembrar por causa
dos polícias que aparecem aqui todas as noites
é só para eles não aparecerem no dia de Natal
e porque a minha mãe quando os vê fica doente
porque eles mataram o meu pai que fugiu com medo
e eles deram-lhe um tiro nas costas.

Já não sei o que tenho mais para dizer
era tanta coisa mas o meu amigo que mora na torre
diz-me para não escrever muito porque assim
o senhor Pai Natal não tem tempo para ler todas as cartas
que os meninos, os que podem, enviam.

Vou dizer ao meu amigo para ler em voz alta
para saber se ele não se esqueceu de alguma coisa
até porque a minha mãe está a chamar-me para
pôr uma bacia a apanhar a água que está a cair
em cima da cama. Está a chover muito e é sempre
assim, é quando a mãe canta «sodade di nha crecheu».

Agora lembrei-me tu que és o Pai Natal,
o mensageiro de Deus e portanto sabes onde
está tudo porque vais dar as prendas a toda a gente.
Quando passares por cima da minha casa com o teu
carro de madeira puxado por aqueles animais que têm cornos
e parecem árvores no dia de Natal, faz-me só um sinal,
um sinal só para mim, só para mim.
E não te esqueças… lembra-te da minha mãe.

E é este o Natal de muita gente. Aliás, é este o dia após dia de muita gente.
Façamos algo por alguém. Temos um Natal melhor na palma das nossas mãos, quando as estendemos a outro…
Até para o ano! Beijão!

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Isto passou-se no terceiro-mundismo português…

Posted by Mindamorphoser on Monday, December 17, 2007

“Bar Expulsa Deficientes”

Um grupo de pessoas com deficiência da Póvoa de Santa Iria foi obrigado a sair do bar Hawaii, na doca de Santo Amaro, em Lisboa, por alegada discriminação.

O grupo chegou ao Hawaii por volta das 23h00 e durante cerca de uma hora divertiu-se, dançou e, segundo a monitora, “interagiu com os outros clientes”. Hora e meia depois um dos funcionários do estabelecimento informou Maria João Aires (monitora) de que este iria fechar, devido a um problema técnico, convidando-os a pagar e a sair.

A monitora confessa ter achado estranho, pois os outros clientes não estariam a ser avisados do mesmo problema. Decidiu permanecer. Minutos depois é dada indicação de que o bar iria mesmo encerrar. O grupo sai, juntamente com os outros clientes, só que estes permanecem junto à porta, de copo na mão. “Disseram-me que iria fechar e já não voltaria a abrir, mas estavam a pedir aos outros para não se irem embora”, disse ao Correio da Manhã.

Maria João Aires decidiu mandar o grupo embora e esconder-se ali perto. O que viu chocou-a: “Automaticamente as portas abriram-se e o bar voltou a funcionar em pleno.” A monitora voltou a aproximar-se do bar para pedir o Livro de Reclamações, mas responderam-lhe que “nem sequer existia”, apesar de uma referência à sua existência na porta do estabelecimento.

Conheço o bar/disco, já frequentei e nunca mais lá porei os pés. Isto é vergonhoso, para lhe chamar o mínimo.

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Combate à fome … FreeRice.com

Posted by Mindamorphoser on Wednesday, December 5, 2007

Cerca de 25.000 pessoas morrem diariamente à fome (ou de causas com ela relacionadas), no Mundo…

O conceito: Por cada palavra que acertar, são doadas 20 gramas de arroz através das Nações Unidas, para o combate à fome no Mundo;

Os requisitos: A sua capacidade linguística em termos de vocabulário inglês e um dicionário de sinónimos, se quiser;

Os benefícios: Aumente o seu vocabulário de termos ingleses, enquanto é um cidadão responsável e solidário;

Os custos: O tempo que quiser jogar.

A FreeRice é uma organização sem fins lucrativos, pelo que, todos os lucros afectos a esta campanha (custeados somente pelas empresas anunciantes no site), serão utilizados, na sua totalidade, para a compra das dosagens de arroz.

Link: freerice.jpg

Participem!

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Siga dar uma… de cultura teatral. Apetece-me!

Posted by Mindamorphoser on Monday, November 26, 2007

Ontem detive-me a procurar significados de certas e determinadas palavras. Ontem deu-me para isso… curioso. É que não tem mesmo nada a ver com nada. E vai na volta….. Bem, mas podem-me agradecer depois pela lição de hoje. Não digam que eu não ensino nada.

A primeira palavra que me ocorreu foi Encenação. Assim, do nada. Fascino-me comigo, eu.

Fiquem portanto sabendo que Encenação é: a preparação do cenário para uma representação teatral; dispôr as coisas com o fim de iludir.

Olha… e não é que comecei mesmo com a palavra certa? É do catano. Pena que tenham deixado umas brechas, anh? Pois, nunca devem ter ouvido aquela do “não se pode enganar toda a gente o tempo todo”. Vá, mas como eu sou amiga, deixo o conselho: próxima vez, das duas, uma – ou sejam mais inteligentes ou arranjem gente ignorante para enganar. Este foi de borla. 🙂

Palavra seguinte: Teatro.

Teatro: lugar ou casa onde se representam comédias, FARSAS, revistas, etc; ILUSÃO, FINGIMENTO, HIPOCRISIA; Lugar onde se vai para ver (e não é que chegámos mais cedo e tudo para apanhar a sessão de início, com lugar no camarote? E conseguimos!); Lugar onde acontece o drama (para mim, foi mais a comédia, confesso… é giro ver gente actuar pensando que nós não conhecemos o guião) frente à audiência.

E sem demoras… 

Actriz (neste caso, actrizes): quem representa no teatro; COMEDIANTE (upa upa disso); Enganadora (ok, neste já se percebeu que falharam… serve o consolo de: não se pode ser bom a tudo? Ainda assim, dou-vos o crédito: se nós não fossemos espertas, diriamos mesmo que vocês não se tinham visto antes… só vos faltou um bocadinho assim |_|! Uma nesguinha, sabem?)

Ah, tenho outra boa: Omissão.

Diz que omissão é deixar de dizer ou fazer alguma coisa; Não mencionar; Passar em silêncio (Escafedeu-se-vos da memória assim num lusco-fusco, não foi? Detesto quando me acontece!)

Querem outra? Ok ok: Mentira. Não, não é a mesma coisa que omissão. Se acabaram de pensar isso, então sois uns mentirosos omissores do crl.

Mentira é então afirmação contrária à verdade com a intenção de enganar (soa-me a um tal discurso que me atravessou os ouvidos recentemente, não sei porquê); FALSIDADE; peta (txi… e eu que pensava que isto era calão, já aprendi mesmo qualquer coisa); EMBUSTE (parece-me muito bem esta… já que não há “tentar enganar os outros, metendo os amigos ao barulho e fazendo-os mentir para encobrir as merdas que andamos a fazer”).

Lembrei-me agora dos Óscares, mas para isso teria de ser filme, ou seja, algo irreal, além de que teria de ter actores de qualidade. Tais condições não se verificaram. Adiante.

Ah! E “peço desculpa” (ya) por não me ter despedido do elenco, mas só se costuma ir congratular no fim os actores quando a peça foi boa… E eu cá gosto de manter a tradição. Manias.

Enfim, perdi eu a actuação de O’queStrada para assistir (sem grande surpresa e com grande entusiasmo) à concretização da trama: “Tudo o que queriam saber sobre os dramas amorosos de gente ignóbil” (ide ver esta ao dicionário vocês, que tinham mais era de a saber). E valeu a pena, diverti-me bastante.

E no fim das contas, questiono-me quem foram os trouxas, afinal. 🙂

Ps.: ai “CS”, “CS” – lá por alguém se fazer de burra, não quer dizer que seja… também sabe é ser actriz, mas das que levam jeito.

Fofo!

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Há coisas que não me entram na cabeça…

Posted by Mindamorphoser on Wednesday, November 21, 2007

Estava eu nas pesquisas constantes pelos sites de emprego quando me deparo com o seguinte anúncio:

“Procuro actores e actrizes para realização de fotos e filme erótico. Com ou sem experiência. 2500 euros por dois dias para homens. 4000 euros para mulheres.”

Eis o que não me entra na cabeça: uma mulher que trabalha pelo salário mínimo mensal (~400€), fazendo normalmente o trabalho “que mais ninguém quer fazer”, trabalhando 8 horas por dia (quando não são mais), conseguirá, EM 10 MESES!, o mesmo rendimento que uma mulher consegue em 2 DIAS, se simplesmente posar para uma câmara e mostrar os seus dotes naturais (?!).

Já que estamos nisto, também me cria um certo conflito interior perceber que só neste tipo de profissões as mulheres são monetariamente valorizadas comparativamente aos homens…

Serei só eu a padecer aqui de um sentimento (ou será emoção? :P) de injustiça e desigualdade?

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Posted by Mindamorphoser on Thursday, October 18, 2007

“Quanto mais o Homem sorve o Mundo, tanto mais se intoxica.” Francis Bacon

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