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Archive for October, 2007

David Fonseca

Posted by Mindamorphoser on Thursday, October 25, 2007

Escrever e descrever David Fonseca em meia dúzia de linhas parece-me, até a mim, um atentado. Contudo, vo tentar o feito.

Permitam-me passar à frente da brilhante fase Silence 4, da qual falarei algures em tempo que está para vir.

Mergulhado de cabeça numa aventura a solo, lança em 2003 o primeiro álbum: Sing Me Something New. 13 músicas de carácter essencialmente intimista e reservado, arriscando pouco em rasgos vocais, deixa as emoções demasiado em “banho-maria”. Contudo, deixa aqui já evidenciar a sua capacidade criativa e artística, através de pequenos detalhes sonoros e um lirismo sofisticado.

dfonseca.gif

Destaco como melhores temas:

03. Someone That Cannot Love

07. You And I (Letter To S.)

15. My Sunshine And My Rain (bom, o único vídeo que encontrei com esta música é um bocadiiinho explícito, mas também, quem não gosta não olha)

2005: Our Hearts Will Beat As One. Inovador em relação ao antecessor, sem dúvida. Marca a evolução em termos de registo vocal, numa sequência de 12 músicas em que vagueamos por um misto de romance e adrenalina. Hold Still II é um hino à música.

dfonseca_ohwbao.jpg

E aqui deixo:

02. Swim II (esta não está no YouTube… mas vou tratar disso)

03. Cold Heart II

04. Hold Still II

11. Adeus, Não Afastes Os Teus Olhos Dos Meus (a minha preferida, definitivamente) 

8 de Outubro de 2007: Dreams In Colour. Se nutria já uma especial admiração por David Fonseca, este último álbum deixou-me rendida. A tocar desde há vários dias no leitor e em repetição diária constante, é para mim, o melhor dos três até agora editados. Enérgico e nervoso, como o próprio o definiu. Literalmente bipolar e viciante, acrescento eu. Não dá para descrever estas 11 músicas, só ouvindo mesmo.

Como gostei eu de ter visto o show case dele no dia 7 na Fnac Colombo (I., desculpa a seca após…). Quer dizer, ver é como quem diz, que, há conta de uns palermas, ninguém via grande coisa (já elevavam o palco, digo eu). Depois de ouvir o álbum só tenho pena de ele não ter tocado a This Raging Light, provavelmente a melhor música dele a solo. Um extase total, poças.

dfonseca_dic.jpg

É difícil escolher o melhor do álbum, é mesmo:

03. Kiss Me, Oh Kiss Me (no Norte as pessoas sentam-se, não são como os lisboetas)

07. I See The World Through You (idem)

09. This Raging Light (ouçam-me isto!)

O menino de look à “bom rebelde” continua a surpreender. Está é magrinho…

Para mais coisas sobre David Fonseca:

Site Oficial

MySpace Oficial

Blog Oficial

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Diálogo Com A Morte – Marie De Hennezel

Posted by Mindamorphoser on Monday, October 22, 2007

“Os que vão morrer ensinam-nos a viver – é esta a mensagem de Marie De Hennezel, ou antes, a razão que a levou a escrever este livro, fruto da sua experiência de 7 anos como psicóloga junto de doentes terminais.”

De Hennezel, M., 1997, La Mort Intime (Diálogo Com A Morte), Editorial Notícias, Lisboa – 173 pág.

É um olhar sobre a morte, que pretende reflectir a vida. Tendo como cenário a Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital Universitário de Paris, a autora relata-nos os momentos “finais” de alguns dos pacientes terminais com quem privou.

Pautado de memórias, é um livro que foca essencialmente a transmissão de mensagens de esperança e de força de viver. E é aqui que confesso que sempre me senti envergonhada por alguns dos lamentos que as pessoas escolhem usar para justificar o mal nas suas vidas. É um bom livro para elas,  pois, por uma vez, seria como se olhassem ao seu redor e vissem que aqueles que mais razões têm para chorar são os que lhes acolheriam as lágrimas.

Mas… mais do que palavras minhas, deixo-vos algumas passagens do livro:

Maria

“Quando vim vê-la, foi do filho de doze anos que ela quis falar. Chorou imenso. Deixar atrás dela aquela criança, que não vai ver crescer, que não poderá nem proteger nem consolar quando a vida o ferir, é esse o seu verdadeiro sofrimento. O seu coração encontra-se desmedidamente inconsolável. Eu própria tenho um filho da mesma idade e a dor desta mulher deixou-me transtornada. Há alturas em que tenho a impressão de já não poder ajudar ninguém, de por minha vez me afundar. Chorámos juntas, pois eu não sabia fazer outra coisa. Curiosamente, às vezes é isso que ajuda. Foi assim que ela me falou do Pedro. Pediu-me que o ajudasse, que falasse com ele.

– Quando cá vem é tão corajoso! Tão terno. Diz-me: Mãezinha, mais um pouco de coragem! Tenta ocultar a sua tristeza, vejo-o bem. Gostaria de lhe falar, de lhe dizer que vou partir, mas que cá estarei sempre para o proteger. Mas não consigo dizer-lho, não consigo!

Prometi a Maria transmitir ao filho o que me acabava de dizer, podia confiar em mim. Senti que lhe fazia algum bem. Era tudo o que eu podia.

Maria morreu esta noite.”

Daniéle

“Esse <<Não é assim tão grave!>>, dito por uma jovem á beira da morte, ecoa longamente em mim, faz parte das pérolas de sabedoria que recolho de tempos a tempos e que me dão a sensação de enriquecer.”

Jean

“Pouco antes de morrer, Jean mandou chamar o “amigo”. Pediu-lhe para lhe pegar nas mãos e dançar com ele. Queria continuar a ser o bailarino que era, até ao fim. Tinha-se soerguido na cama e, com toda a força da alma, fazia dançar os braços, ajudado pelo “amigo”, que chorava todas as lágrimas que tinha no corpo, de tal modo aquilo era comovente. <<Dança, dança>>, repetia-lhe o “amigo”, enquanto os seus braços unidos se embalavam de um lado para o outro. Depois, Jean sorriu, um sorriso magnífico, sublime, antes de se abater sobre a almofada. Acabara de expirar, dançando.”

É um livro para se ler devagar e nos deixarmos invadir dos mais nobres sentimentos. É um livro para se entender que ainda existe amor e compaixão num mundo como este, que carece de uma mão que o puxe e o veja erguer-se do chão.

Aconselho.

E acrescento uma frase: Quando a morte vier, que encontre em mim algo para matar.

Para quem quiser saber mais sobre o tema “Cuidados Paliativos”:

Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos

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Posted by Mindamorphoser on Thursday, October 18, 2007

“Quanto mais o Homem sorve o Mundo, tanto mais se intoxica.” Francis Bacon

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“Nunu” Gomes

Posted by Mindamorphoser on Tuesday, October 16, 2007

“Nunu” Gomes. Admito eu aqui desconhecer as razões pelas quais “Nunu” Gomes (Nuneta, pra mim e I.) sempre gozou de pleno estado de graça perante a maioria dos benfiquistas, bem como comunicação social, desde que chegou ao meu SLBenfica.

Eu até percebo que as velhotas o adorem. Afinal de contas, diz que o moço desperta o instinto maternal, mas poça, todos lhe perdoam tudo!

Isto puxa-me pela azia. Com franqueza, o rapaz exercia melhor como modelo, isto porque toda a moça lhe acha piada, agora falhar golos de baliza aberta com a camisola do meu clube vestida, isso é que não!

E FINALMENTE encontro alguém que me compreende. E passo a citar o excerto de uma crónica do jornalista Ferreira Fernandes, após o SLBenfica – SportingCP:

“Rui Costa remata forte e Stojkovic defende mas larga a bola para a pequena área. Lugar da verdade do ponta-de-lança. Se este tem lá uma oportunidade, não falha. Excepto, claro, se for Nuno Gomes.

Definição de Nuno Gomes: alguém que afasta a melena dos olhos, admirado por ter falhado qualquer coisa, e faz esse gesto 137 vezes por época.

Minuto seguinte: Di Maria arranca pela direita, já está dentro da área, deveria ter chutado mas passou para Nuno Gomes. Um defesa corta, sem culpa nenhuma de Nuno Gomes.

Definição de Nuno Gomes: aquele que mesmo quando não tem culpa, tem. Se não tivesse pensado nele, Di Maria teria chutado e o Benfica ganhava.”

Até que enfim!

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Momento “Deves!”

Posted by Mindamorphoser on Tuesday, October 16, 2007

Usar fraldas para revestir tectos e produzir energia

É neste momento que minha boca sorri por não termos de inalar electricidade e digo mais… tecto meu há-de continuar branco!

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Momento “Credooo!”

Posted by Mindamorphoser on Tuesday, October 16, 2007

Argentina de 82 anos casa-se “por amor” com jovem de 24

Escrevo-vos após o aliviamento de sintomas fortes de irritação estomacal, causada pela leitura desta perturbadora notícia. Bem, eu não tenho nada contra o moço ter casado com a pré-falecida, mas irei rezar ao Senhor toda a santa noite, até ao fim dos meus dias, levando velinhas a Nossa Senhora, em joelhos no 13 de Maio e fazendo um altarzinho em homenagem a Santa Humbelina, por não me ter dado pra isso a mim também.

De denotar a afirmação do noivo: “O nosso amor nasceu com base no respeito e nos momentos que partilhámos. Nunca nos importámos com a diferença de idades.”

Vá lá ver, eu estranhava se o amor tivesse nascido com base numa atracção fatal que o moço sentiu pela senhora. Estranhava, pronto, mas eu, de mim, sou um bocadinho desconfiada.
Quanto ao ter nascido com base nos momentos que partilharam… há que dizer que há muita beleza no, digamos, levantamento de um cheque, num depósitozito substancial na contita do rapazito, na compra de uns certificadozitos de aforro… enfim, toda uma variedade de actividades que, certamente, fizeram o coração daquele piqueno despertar para o amor.

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Palavras para quê?

Posted by Mindamorphoser on Tuesday, October 16, 2007

Enviaram-me há um tempito um mail que continha advertências, conselhos, sugestões reais e extremamente pertinentes de marcas conhecidas, relativamente a alguns dos seus produtos. Aqui vão algumas, devidamente idiotizadas:

dove_logo.jpg

Numa embalagem de sabonete Dove:
“Indicações: utilizar como sabonete normal”
(Boa! Cabe a cada um imaginar para que serve um sabonete anormal!)

iglo_logo.JPG

Em algumas refeições congeladas de Iglo:
“Sugestão de apresentação: Descongelar”
(É só sugestão! Agora façam dela o que quiserem!)

tiramisu_logo.JPG

Na sobremesa Tiramisu, da Tesco, lê-se na parte de baixo da embalagem:
“Não inverter a embalagem”
(Opá… fuuudeu!)

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No pudim da marca Minipreço:
“Atenção: o pudim estará quente depois de aquecido”
(Onde estariamos nós sem os senhores do Minipreço para nos guiarem)

rowenta_logo.JPG

Numa embalagem de tábua de engomar da Rowenta:
“Não engomar a roupa no corpo.”
(Sim, há gente pra tudo)

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Num medicamento da Boots para o catarro infantil:
“Não conduza automóveis nem maneje maquinaria pesada depois de tomar este medicamento”
(Andamos a ler muito “Os Cinco”, o “Clube das Chaves”, “Uma Aventura…”, não andamos?)

nytol_logo.JPG

Nas pastilhas para dormir da Nytol:
“Advertência: pode causar sonolência!”
(Pode, não… deve!)

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Numa embalagem de luzes de Natal:
“Usar apenas no interior ou no exterior”
(Eu agradecia imenso que alguém me dissesse qual seria a terceira opção)

matutano_logo.JPG

Nos pacotes de amendoins da Matutano:
“Aviso: contém amendoins”
(Ai pá, mania de estragarem as surpresas!)

husqvarna_logo.JPG

Numa embalagem de serra eléctrica da marca sueca Husqvarna:
“Não tente deter a serra com as mãos ou os genitais”
(Definitivamente, coisas estranhas acontecem na Suécia)

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No iPod Shuffle, da Apple:
“Não comer”
(Oh! Agora faço o quê com isto?)

aa_logo.JPG

Nos pacote de nozes para os passageiros na American Airlines:
“Instruções: abra o pacote, coma as nozes”
(E arrotar depois, será que posso? Agora não sei se posso)

Há coisas fantásticas, não há?

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Como disse!?

Posted by Mindamorphoser on Tuesday, October 16, 2007

Ontem caiu-me nas mãos um exemplar de um livro chamado “A mulher, enigma psico-sexual”, de Pierre Vachet, 1974. Evidentemente, a minha curiosidade aguçada não me permitiu pousá-lo sem antes dar uma vista de olhos à temática. E pois que, entre várias pérolas como: “O papel do homem na frigidez”, “A mulher perversa”, “A mudança de sexo”, etc, encontrei um capítulo assaz interessante: “As lésbicas”. Pus-me a ler o que de interessante tinha este SENHOR a partilhar sobre tal. Ora bom, fascinada pelo conhecimento profundo do autor, não poderia deixar de vos trazer uns quantos apontamentos contidos nesta preciosidade:

Começando pela estatística, o escritor refere (para ânimo meu), que cerca de 92% das mulheres sentem durante a sua adolescência uma “atracção emocional intensa” por outras mulheres. (Credo!)

92%? Tantas? Como? Ora bem, a explicação dada vem no sentido de “as mulheres são quase todas clitoridianas, só uma percentagem reduzida é vaginal”, logo (e agora vem a parte gira), “daí a indiferença perante o facto de o parceiro ser homem ou mulher, visto a carícia ser idêntica e o resultado equivalente”. Portanto, meninas, é cerrar bem os olhinhos durante a coisa porque, afinal, vai dar tudo ao mesmo.

Continuando, o escritor inicia o sub-capítulo “Personalidade e carácter das lésbicas” (que isto de ser um ser à margem merece um tópico à altura, salientando as características específicas do espécime).

Fiquem então sabendo que existem diversos tipos de lésbicas (surprise, surprise), mas têm traços comuns, os quais ele enumera como sendo: reacções fortes ao ciúmes (por isso muitas têm o cabelo curto, o arrancar de cabelo é frequente), sentimento ambivalente (ai que me apetece, ai que não me apetece mais), um género de sadismo e de masoquismo (e dizem os homens que, para as suas mulheres, o sexo é obrigação… eu começava a pensar melhor de quem será a culpa, meninos), um complexo de culpabilidade (tenho pra mim que acontece depois do sado-maso exacerbado) e uma sensação de insegurança.

Depois veio a revelação: “a maioria das lésbicas não possuem aptidões para a criação artística (e este meu texto escreveu-se sozinho) e as que possuem, tal deriva do seu sadismo (opá… ok ok, apanhaste-me).

Seguidamente, ainda se permite dizer que as lésbicas são seres infelizes, dada a luta, da qual não têm consciência (somos parvas), entre o apelo heterossexual e homossexual. (Parece que não, mas uma pessoa chega ao final do dia derreada de cansaço com isto)

Acabado o disparate nesta secção, o Pierre avança para as “Causas que favorecem a homossexualidade”.

Ora bem, fiquem sabendo que os pais vêm em primeiro lugar, referindo os pais psicopatas como dos mais responsáveis (não sei, mas se eu tivesse um pai psicopata, preocupar-me-ia com outras coisas, mas isso sou eu). Após esta análise, refere que o lesbianismo é nada mais do que a fixação incestuosa no pai (epá, és um tipo levado da breca).

Segue-se um parágrafo que muito contribuirá para muita gente não entrar neste mundo depravado.

Algumas profissões predispõem à homossexualidade! Não contente com o exposto, ele sente a necessidade de dar exemplos: “vigilante nas prisões, massagista, dama de companhia, vendedora de lingerie (A., eu se fosse a ti saía da loja enquanto é tempo), secretária de organizações femininas…”.

Eu comentava o excerto, mas admito que não consigo superar a idiotice do autor nesta parte.

Bem, mas aqui pus-me a pensar: mas eu não tenho um pai psicopata, nem exerci tais profissões. O que se passará comigo? O parágrafo seguinte, esse sim me iluminou…

“O narcisismo, vulgar nestes ambientes, é outro facto que encaminha para a homossexualidade…”.

Respirei de alívio, então era isso! Eu logo vi que ter auto-estima só podia trazer desgraças! Bem, agora já está, já está.

Ele conclui como começou, com a estatística: “82% das lésbicas foram levadas ao vício (ainda dizem que não há vícios bons) por meio do álcool” (já não bastava ser lésbica ainda tenho de ser bebeda!).

De facto, existem vários tipos de lésbicas. Ainda bem que eu sou das outras…

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Posted by Mindamorphoser on Tuesday, October 16, 2007

“O cinema é um modo divino de contar a vida.” Federico Fellini

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Posted by Mindamorphoser on Tuesday, October 16, 2007

“Think outside the box.” Autor desconhecido

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